Cultive bons hábitos para prevenir-se do estresse

O esgotamento físico tem levado muitos candidatos a não completar o programa de estudos planejado ao início de cada ano.

Sendo assim, busque orientação de profissionais de educação física que possam acompanhá-lo(a) na manutenção do melhor condicionamento durante a caminhada (ou corrida?) para a consecução das metas de estudo.

Atenção: a regularidade na execução dos esforços físicos produz melhores efeitos do que eventuais picos intensos de treinamento.

Evite os excessos, não queira tornar-se superatleta de uma hora para outra.

Paralelamente, procure ter bons hábitos alimentares.

Não significa comer muito, mas alimentar-se suficientemente bem, sem exageros, de tudo um pouco.

Buscar orientação de nutricionistas é sempre interessante.

Ainda mais: procure dormir bem, algo em torno de 8 horas diariamente.

Lembre-se de que você estará sujeito a desgastes de toda ordem durante a fase de preparação.

Cuide-se, pois, para resistir aos desânimos e superar as dificuldades com desenvoltura.

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A propósito, você já malhou hoje?

Procure ampliar o seu banco de palavras

Você poderá referir-se a tempo com o uso de vocabulário diverso. Veja alguns exemplos:


Tempo

Exemplos

em geral substantivos época, era, ciclo, fase, idade, instante, momento, marco, período, século, temporada.
futuro substantivos porvir, proximidade.
adjetivos iminente, próximo.
expressões adverbiais em breve, futuramente, prestes a, proximamente.
passado substantivos priscas eras, tempos idos.
adjetivo distante, pretérito, remoto.
advérbio antigamente, distantemente, outrora, remotamente.
 

Para indicar frequência:  

adjetivos: constante, corriqueiro, costumeiro, eventual, frequente, habitual, ocasional, ordinário, tradicional, usual.

expressões adverbiais: amiúde, às vezes, com frequência, constantemente, eventualmente, frequentemente, muitas vezes, não raro, ocasionalmente, ordinariamente, por vezes, raramente, repetidamente, sempre.

Para indicar infrequência:

adjetivos: infrequente, raro, insólito.

expressões adverbiais: acidentalmente, de tempos em tempos, esporadicamente, inusitadamente, nem sempre, ocasionalmente, poucas vezes, raras vezes, raramente.

Para indicar progressão: 

locuções: à medida que, à proporção que, ao passo que.

expressões adverbiais: aos poucos, gradativamente, gradualmente, paulatinamente, progressivamente.

Para indicar localização:

substantivos: anterioridade, atualidade, nesse ínterim, posterioridade, simultaneidade.

expressões adverbiais: a princípio, afinal, agora, amanhã, anteriormente, ao mesmo tempo, atualmente, em seguida, enquanto isso, finalmente, hoje, ontem, posteriormente, pouco antes, pouco depois, por fim, simultaneamente.

Você sabe empregar os pronomes demonstrativos?

Talvez seja uma das maiores dificuldades da língua portuguesa o emprego dos pronomes demonstrativos.

Conhecê-los é fácil, pois não são muitos, mas usá-los adequadamente no discurso culto nem sempre é fácil.

A dificuldade maior está no emprego de este, esta, istoesse, essa, issoaquele, aquela, aquilo.

Vamos tentar esclarecer de uma vez por todas:

Quanto usar este(s), esta(s), isto:

  • no espaço: para indicar o que estiver perto de quem fala: Esta caneta é minha.
  • no texto: para indicar o que será enunciado: As principais causas da evasão escolar são estas: abandono de lar, envolvimento com as drogas e falta de perspectivas.
  • na linha do tempo: para indicar tempo presente em relação ao momento da fala: Nesta semana irei à praia.

Quando usar esse(s), essa(s), isso:

  • no espaço: para indicar o que estiver perto de quem ouve: Essa caneta aí é sua?
  • no texto: para indicar o que já foi enunciado: O presidente foi muito claro na apresentação das medidas governamentais. Iniciativas como essas são sempre muito bem apreciadas.
  • na linha do tempo: para indicar tempo próximo anterior ou posterior em relação ao momento da fala: Nesse último sábado, encontrei o meu melhor amigo.

Quando usar aquele(s), aquela(s), aquilo:

  • no espaço: para indicar o que estiver longe de quem fala e ouve: Aqueles meninos lá na piscina estão se excedendo.
  • no texto: para indicar enunciados distantes (para textos mais longos, o que normalmente não é o caso em vestibulares, concursos e exames): Aquele exemplo da introdução confirmou a nossa tese.
  • na linha do tempo: para indicar um tempo remoto, bem anterior ao momento da fala: O velho professor lembrou-se daquele tempo em que ter computador em casa era raridade.

Agora é com você!

Como escrever com clareza.

Uma boa dica para escrever bem – com clareza acima de tudo – é observar a seguinte ordem na disposição dos termos da oração: Sujeito + Verbo + Complementos.

Esse é um modelo de construção frasal que zela pela simplicidade e torna o discurso mais facilmente compreensível.

A sugestão é adotar, portanto, o padrão SVC, embora nada impeça de você criar algumas inversões para dar uma pitada de novidade ao texto.

Importante: evite a inserção de muitas informações entre o Sujeito e o Predicado.

Por quê? É fácil compreender: o distanciamento excessivo entre o Sujeito e o Predicado e a intromissão de muitas informações entre eles poderá poluir o texto e criar no leitor embaraços ao seu entendimento.

Ainda mais, criará dificuldades a você como redator, pois exigirá muito mais atenção às concordâncias a serem observadas.

Mais dois conselhos:

1º) Seja conciso, ou seja, economize palavras para emitir as suas ideias ou desenvolver os seus argumentos. Guarde isto: em redação, o menos vale mais: menos palavras para o máximo de informações!

2º) Não abuse das intercalações. Se necessário, abra novo período toda vez que mudar o foco dos seus comentários.

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Boa leitura!

E a interpretação ou intelecção de textos, como vai?

Procure treinar também a resolução de questões de interpretação e intelecção de textos.

Não basta conhecer apenas as técnicas da produção textual propriamente dita.

Você não pode ser traído(a) por qualquer desatenção ou sutileza do pedido.

O candidato(a) ingênuo(a) ou apressado(a) corre o risco até de escrever sobre o que não se pediu.

Por exemplo, vários candidatos de determinada prova de vestibular que lhes pedira produzir uma dissertação sobre os benefícios do lazer (descanso, repouso, passatempo), escreveram verdadeiros tratados sobre os benefícios do laser (radiação eletromagnética com inúmeras aplicações industriais e científicas) e, por justo motivo, receberam nota zero.

Há propostas de redação que já oferecem o tema sobre o qual você deva dissertar, como este: Disserte sobre a importância dos hábitos de leitura.

Outras, entretanto, mais seletivas, apresentam comandos que obrigam o(a) candidato(a) a inicialmente ler e interpretar textos, tiras, charges, fotografias, gráficos e quaisquer outras informações de apoio para, somente depois, depreender o tema sobre o qual deva dissertar, como em Disserte sobre o tema depreendido da leitura e interpretação da charge acima.

Treinar, portanto, a resolução de questões objetivas de interpretação e intelecção de textos desenvolverá a sua acuidade e evitará que você escreva sobre o que não se tenha pedido.

Olho vivo!