Dado um provérbio, você sabe dissertar?

Oferecido a você um provérbio, o primeiro passo é interpretá-lo e resumi-lo, se possível a uma única palavra.

Procure chegar ao assunto ou a uma frase curta que lhe seja condizente já na forma de tese.

O provérbio “Quem tudo quer tudo perde”, por exemplo, pode ser resumido pela palavra “ganância” (assunto).

Ainda mais, a respeito dele pode-se chegar à seguinte tese: “A ambição desmedida é o prenúncio da perda.” 

No desenvolvimento da redação, expanda essa tese com os argumentos que possam sustentá-la, sempre avaliando o(s) princípio(s) de sabedoria em foco.

Procure tornar o texto o mais concreto possível.

Para tal, use exemplos, apresente fatos, estabeleça relações de implicação e empregue figuras que apliquem os valores sobre os quais você esteja dissertando.

Além dos provérbios, frases de conteúdo filosófico e moral devem merecer o mesmo tratamento.

Exemplo: Navegar é preciso, viver não é preciso. (Fernando Pessoa)

Inicialmente, frases como a acima devem ser sintetizadas, entendidas e interpretadas para que você faça as suas introspecções e chegue à tese a ser desenvolvida.

Procure aproximar o texto do mundo real de um suposto leitor mediano.

Para aprofundar o estudo sobre esse assunto, adquira o nosso livro DISSERTAÇÃO NOTA MIL, à venda no site da Amazon.

Se você mora em Fortaleza, adquira o livro impresso no Shopping Aldeota (Livraria Acadêmica) ou Avenida (Loja HBM).

Conselho: não deixe de treinar à exaustão e submeter os seus textos a alguém que entenda do assunto.

Bons estudos!

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