Categoria: Folha de Redação

Seja metódico(a)!

Aí vai uma boa dica para este começo de ano letivo: seja metódico(a).

Crie em sua agenda semanal pelo menos dois momentos de 1h30 para a produção textual.

Durante os treinamentos, não admita ser interrompido(a), salvo em situações extraordinárias (fim do mundo, por exemplo!).

Ainda mais, tenha por hábito guardar em ordem cronológica todos os textos produzidos na fase de preparação.

Assim fazendo, você terá como melhor visualizar a sua evolução com o passar do tempo.

Vez por outra, consulte os textos já corrigidos e reconsidere as observações assinaladas pelo(a) professor(a).

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Em Fortaleza, como livro impresso, nas livrarias Saraiva (Shopping Iguatemi), Aldeota (Acadêmica) e Avenida (HBM).

Em Brasília, no Shopping Gilberto Salomão (livraria Dom Quixote).

Boa leitura!

Calma, devagar se vai ao longe!

Calma, seja paciente consigo mesmo(a)!

Não queira tornar-se bom(boa) escritor(a) da noite para o dia como que em passe de mágica.

A maturidade linguística estará a caminho em um processo.

Para alguns, isso pode parecer longo demais; para outros, nem tanto.

Em seus treinamentos de produção textual, encare cada deslize observado pelo professor como nova oportunidade de retificação da aprendizagem.

Não admita, portanto, repetir os erros observados em trabalhos anteriores.

Seja paciente, sim, mas não frouxo(a) na observância dos pontos que mereçam ser melhorados em sua redação.

Busque ser perfeccionista e rigoroso(a) no acatamento das correções sugeridas.

Não tolere comodismo nem admita desânimo.

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Boa leitura!

Você sabe a diferença entre texto expositivo e argumentativo?

É importante que você faça distinção entre textos expositivosargumentativos.

Os primeiros têm por objetivo expor, explanar, explicar ou interpretar ideias.

Os segundos visam sobremaneira a convencer o leitor ou ouvinte a acatar o ponto de vista do dissertador e a abraçar o seu modo de ver o mundo ou de entender determinada questão.

Na simples exposição, podemos até apresentar o nosso posicionamento crítico, mas sem fazer uso da persuasão como forma de convencimento do interlocutor.

Por exemplo, quando nos reportamos à qualidade do futebol brasileiro a um estrangeiro sem a intenção de fazê-lo crer que a nossa seleção seja a melhor do mundo, estamos apenas expondo o conteúdo.

Já na argumentação, aproveitando o mesmo exemplo, além de procurarmos formar a opinião do ouvinte ou leitor de que a nossa seleção seja a melhor do mundo nesse esporte, precisaremos provar o que afirmamos.

Por essa razão, o tom do texto argumentativo deve ser firme, objetivo, convincente e por vezes até provocante.

Isso não ocorre em meras exposições, já que nelas o foco é apenas apresentar algum conteúdo, e não necessariamente convencer o leitor.

Em vestibulares, concursos e no Enem, você já sabe muito bem, prevalecem as questões de redação que pedem a produção de textos argumentativos.

Por esse motivo, é bom que você esteja bem seguro(a) do emprego das técnicas de redação adequadas a esse gênero e do uso de linguagem que induza o leitor a reconhecer o mérito dos seus posicionamentos críticos.

Para chegar a esse nível de convencimento, você deverá emitir uma tese (opinião sobre o assunto) e sustentá-la com dois ou três argumentos (para textos de até 30 linhas).

Os argumentos devem estar muito bem articulados e firmados por uma linha de raciocínio lógica e evidências comprobatórias do que você esteja afirmando ou negando (exemplos, fatos, dados estatísticos, citações).

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Quanto ao mais, é treinar, treinar e…treinar!